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Mantenha uma pipa no ar entre rajadas e calmarias que ficam mais fortes a cada segundo. Segure para recolher a linha, solte para dar linha e pontue por cada segundo lá no alto.
Segure em qualquer lugar da tela (ou Espaço) para puxar: a linha é recolhida e a pipa sobe. Solte e a linha corre: a pipa se afasta, mas desce se o vento não estiver forte. Mantenha-a entre o chão e a linha tracejada lá em cima, e não deixe a barra de tensão entrar no vermelho.
A pipa começa com 40 m de linha a 35° numa brisa constante de 7 m/s, e nada se move até o seu primeiro toque. Puxar recolhe a linha a 4 m/s e soma 4,2 m/s de velocidade do ar; com a linha no mínimo de 10 m você só consegue dar puxões com o braço, que somam 1,5 m/s. Soltar dá linha a 6 m/s, até 140 m, mas com a linha frouxa a pipa recebe só 60% da velocidade do ar. Quanto mais alta a pipa estiver no céu, menos o vento a levanta.
Rajadas e calmarias se alternam. Cada uma cresce por 0,8 s, dura de 1 a 2,5 s e some em 0,8 s, e o tamanho é 2 m/s mais 0,2 m/s por segundo de voo, sem limite. Riscos brancos entram pela esquerda e chegam à pipa cerca de um segundo antes do vento que mostram: riscos longos e claros são uma rajada; poucos e curtos, uma calmaria.
A rodada termina quando a pipa toca o chão (abaixo de 2°), é jogada pelo vento além de 85° sobre a sua cabeça e despenca, ou a linha arrebenta depois de ficar tempo demais acima do limite de tensão, a marca branca da barra. Enquanto você dá linha, a tensão é só 35% da que haveria puxando. A pontuação é a altura da pipa em metros, somada a cada segundo de voo.
Voe com o vento, não contra ele. Quando chegar uma rajada, solte: a linha corre, a pipa ganha altura com o comprimento extra e a tensão cai para cerca de um terço. Quando vier uma calmaria, puxe: recolher a linha cria sua própria velocidade do ar e segura a pipa até o vento voltar. Os riscos avisam com um segundo de antecedência, então troque quando eles chegam, e não depois que a pipa já começou a cair ou a linha já ficou vermelha.
O comprimento da linha é a sua pontuação. A altura é o comprimento da linha vezes o quanto a pipa está empinada, então uma pipa com 140 m a 45° rende muito mais que uma com 30 m bem em cima de você. Use os momentos calmos para dar linha aos poucos e devolva só o que a calmaria obrigar. Não recolha tudo: no mínimo de 10 m o braço soma só 1,5 m/s em vez de 4,2 m/s, e uma calmaria nesse comprimento é muito difícil de aguentar.
Fique de olho na linha tracejada lá em cima. Puxar com vento constante faz a pipa subir rápido, e acima de uns 70° ela dispara para 85° mais depressa do que você espera quando entra uma rajada. Se a pipa já estiver alta, solte antes de uma rajada grande para que ela tenha espaço para subir. Uma pipa no meio do céu tem folga para os dois lados, e isso pesa mais conforme as rajadas crescem.
O tempo piora a cada segundo e, a partir de 220 segundos de voo, até uma rajada fraca leva a pipa além do alto faça você o que fizer, então todo voo termina. A maioria dos bons voos acaba bem antes disso. Um voo baixo e cauteloso que dura mais pode perder para um alto e ousado que acaba antes: a pontuação conta a altura além do tempo.