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Uma figura aparece por um instante e some; gire o dial até o número que você viu. Cinco ângulos, cinco proporções de comprimento e cinco pontos de divisão, cada exibição mais curta, com pontuação em décimos.
Toque em Começar. Uma figura aparece por um momento e depois se esconde. Arraste o dedo ao redor do dial para definir sua estimativa (sentido horário aumenta, anti-horário diminui), use − e + para ajustar de 1 em 1 e toque em Travar. Antes de tocar em Próxima, o valor real e o seu palpite são desenhados um sobre o outro.
Uma série tem 15 rodadas em três blocos de cinco. As rodadas 1 a 5 pedem o ângulo entre dois raios, em graus. As rodadas 6 a 10 mostram duas barras e perguntam quantos por cento da longa é a curta. As rodadas 11 a 15 mostram uma linha com um ponto cheio numa ponta e uma marca em algum lugar, e perguntam a que porcentagem do caminho fica a marca, medida a partir do ponto.
A primeira figura fica visível por 2,5 segundos e cada rodada a mostra 12% mais rápido, então a rodada 15 dura só cerca de 0,4 segundo. Você pode girar o dial enquanto a figura ainda aparece, e depois que ela some não há relógio: pense o quanto quiser antes de decidir. O dial começa cada rodada em 90° nos ângulos e em 50% nos outros dois blocos.
O dial é uma roda de ajuste, não um ponteiro: uma volta completa move 90 graus no bloco de ângulos e 50 pontos percentuais nos de proporção e divisão, então um quarto de volta lento serve para o ajuste fino. Segurar − ou + repete o passo. No teclado, as setas mudam o valor e Enter trava.
Cada resposta vale 100 × e^(−erro ÷ 8) pontos, em que o erro é a distância até o valor real em graus ou pontos percentuais. Acertar em cheio vale 100; um erro de 2 vale cerca de 77,9; de 4, cerca de 60,7; e de 8, cerca de 36,8. Os valores reais não são inteiros, mas a sua resposta é, então até um olho perfeito perde um pouco a cada rodada. O total das 15 rodadas aparece com uma casa decimal e o cartão final mostra seu erro médio em cada bloco.
Ancore os ângulos em referências que você já conhece. Quase todo mundo reconhece bem 90°, 45° e 180°, então julgue a figura como "um pouco além de um ângulo reto" ou "metade de 45" e só depois converta, em vez de chutar um número cru. O arco desenhado nas rodadas 1 e 2 some a partir da 3 e os raios passam a ter comprimentos diferentes; ignore totalmente o comprimento, porque só a abertura conta. Cuidado com imagens espelhadas: a partir da rodada 2 o segundo raio pode abrir no sentido horário ou anti-horário, o que não muda nada no tamanho.
No bloco de proporções, imagine deitar a barra curta sobre a longa. Na rodada 6 elas começam na mesma borda esquerda, que é o caso fácil; depois ficam deslocadas, então uma fica em pé e a outra deitada, e por fim as duas se inclinam. Comprimentos verticais costumam parecer maiores que os horizontais iguais, então quando a barra curta é a vertical, abaixe um pouco a estimativa. Na última rodada de proporções as barras também têm espessuras diferentes, e uma barra grossa tende a parecer mais longa do que é.
No bloco de divisões, divida ao meio e ao meio de novo. Decida primeiro se a marca está antes ou depois do centro, depois em qual quarto ela cai, e só então refine dentro desse quarto: 37 vira "um pouco menos de três oitavos". Confira sempre qual ponta tem o ponto cheio, porque a partir da rodada 12 ele pode estar de qualquer lado, e a partir da 13 a linha se inclina e as bordas da tela deixam de ajudar.
Como a pontuação cai de forma exponencial, uma resposta absurda custa muito mais do que vários deslizes pequenos: errar por 20 rende cerca de 8 pontos, enquanto errar por 4 ainda rende cerca de 61. Quando uma figura passar rápido demais, fique com o meio seguro da sua faixa em vez de apostar num extremo. E aproveite o tempo depois da exibição: enquanto a figura está escondida não há relógio, então gire o dial devagar, confira o número mais uma vez e trave.