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Faça uma pista fixa de 16 portas contra o relógio. É sempre a mesma encosta, então o cronômetro mede apenas a sua linha.
Toque na encosta e segure. O esquiador vai na direção do seu dedo — deslize para os lados para desenhar a sua linha. Ao soltar, ele mantém o rumo atual.
Passe entre os dois postes de cada porta. As vermelhas ficam à esquerda e as azuis à direita, alternando, então você cruza a linha de maior declive várias vezes. Perder uma porta custa 2 segundos.
Velocidade é tudo. A gravidade acelera assim que você aponta os esquis morro abaixo, mas cada empurrão lateral rouba velocidade: quanto mais fechada a curva, mais lento. Passar colado ao poste interno mantém o ritmo.
A pista nunca muda: 16 portas, os mesmos desvios e a mesma ordem em toda tentativa. O tempo final é o cronômetro mais as penalidades.
Olhe duas portas à frente, não uma. O esquiador não muda de direção na hora — a velocidade lateral leva uma fração de segundo para aparecer —, então a curva que você começa agora mira na porta seguinte. Quem só reage à porta mais próxima chega atrasado e aberto em uma a cada duas.
A linha mais rápida não é a mais curta. Como o movimento lateral rouba velocidade, um ziguezague agressivo perde impulso a cada curva, enquanto uma linha mais redonda que raspa o poste interno leva velocidade para o trecho seguinte.
Decida cedo se vale perseguir uma porta perdida. Dois segundos pesam, mas a velocidade perdida atravessando de volta também. Se já passou da linha dela, esqueça e prepare a próxima limpa.
A pista é idêntica sempre, então trate-a como uma encosta de competição: aprenda onde os desvios aumentam, memorize os dois ou três pontos em que as portas ficam do mesmo lado e ensaie esses trechos. Quase toda a melhora vem de saber o que vem, não de dedos mais rápidos.