Balance num cipó, toque para soltar e toque de novo para agarrar o próximo. Não caia.
Você começa pendurado num cipó que te balança como um pêndulo. Toque em qualquer lugar da tela para soltar — sua velocidade no momento da soltura vira velocidade de voo.
Enquanto voa, a gravidade te puxa para baixo. Novos cipós descem do dossel à frente. Toque de novo quando estiver perto de um para estender o braço e agarrá-lo. Se estiver muito longe você erra e continua caindo.
Soltar cedo demais deixa pouca velocidade horizontal. Segurar demais faz o cipó voltar antes de você sair. O melhor é na subida, logo depois do fundo do balanço pra frente — quando o cipó está inclinado uns 20 a 40 graus pra frente —, assim você voa pra frente e pra cima em vez de reto.
Os cipós ficam mais distantes conforme você avança, sem limite — cedo ou tarde vem um vão que nenhum balanço atravessa, então a questão é até onde você chega. Tocar o chão termina a corrida.
Objetivo: agarrar o máximo de cipós.
O fundo do balanço é onde você vai mais rápido, mas soltar ali te lança reto e você começa a cair na hora. Esperar um instante a mais, até o cipó se inclinar pra frente na subida, troca um pouco de velocidade por um ângulo de saída pra cima, e isso te leva muito mais longe. Pratique soltar quando o cipó estiver inclinado mais ou menos um quarto do caminho até a horizontal; em vãos longos, espere um pouco mais.
Olhe à frente, não para o cipó atual. Assim que soltar, você já deve saber onde está o próximo, porque no ar sua única decisão é quando tocar para agarrar. Um toque tardio é uma morte suave — você escorrega além e a gravidade termina. Um toque ligeiramente cedo normalmente ainda engancha, porque o raio de agarre é generoso. Na dúvida, toque um tempo antes em vez de depois.