Solte um paraquedista do avião em movimento e deixe o vento levá-lo ao centro da zona de pouso.
Um avião voa de um lado para o outro no topo. Toque em qualquer lugar para soltar um paraquedista da posição atual do avião. Durante a descida, o vento empurra lateralmente — direção e força atuais aparecem numa seta no topo. Zona de pouso embaixo com três anéis: mosca 100, interno 50, externo 20, erro 0. Errar custa uma vida. Cinco saltos por rodada; bônus de rodada e aceleração crescentes. Fim ao zerar as vidas.
Antecipe o vento, não o avião. Muitos soltam logo acima do alvo — erro com vento forte. Se sopra à direita com 30, solte quando o avião estiver à ESQUERDA do alvo para o vento levar. Leia a seta primeiro, planeje o ponto de soltar.
O vento muda no meio da queda. Olhe a seta mesmo APÓS soltar — às vezes o vento inverte durante a descida e um lançamento perfeito sai do alvo. No ar não dá pra fazer nada, mas serve para corrigir o PRÓXIMO.
Não persiga a mosca toda vez. O anel interno (50) é muito maior, errar o interno = zero. Uma sequência confiável de 50 vale mais que alternar 100 e zero. Mire no interno; se a deriva levar à mosca, bônus.
Use os pontos de inversão do avião. Ele desacelera num instante em cada extremo — soltar ali dá velocidade horizontal conhecida (zero), sua predição de deriva fica muito mais limpa.