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Acerte o tempo da puxada e depois lute para firmar a barra. Cada tentativa válida soma cinco quilos até a barra vencer.
Cada tentativa são três tempos seguidos, e qualquer um deles pode encerrá-la.
Primeiro vem a puxada. Uma marca varre de um lado ao outro do medidor de força; toque em LEVANTAR enquanto ela estiver dentro da faixa verde do meio. Errar a faixa e a barra nem sai do chão. Acertar bem no centro faz a barra subir quase nivelada, o que torna o segundo tempo muito mais fácil.
Segundo vem o equilíbrio. A barra começa a pender para um lado e continua sozinha naquela direção. Toque no pad ESQ. ou DIR. do lado para onde ela pende, para empurrá-la de volta. Empurre forte demais e ela passa do centro e dispara para o outro lado, então correções curtas batem correções grandes.
Terceiro é simplesmente segurar. Uma barra azul enche logo abaixo do medidor de equilíbrio no alto; não deixe a marca chegar a nenhuma das pontas do medidor até a barra azul encher e a tentativa conta.
Cada tentativa válida soma cinco quilos e endurece os três tempos ao mesmo tempo — o medidor varre mais rápido, a faixa verde estreita, a barra pende com mais força e cada empurrão a move menos. Três falhas encerram a sessão e seu recorde é a barra mais pesada que você travou. Quem para no mesmo peso é ordenado pela técnica: cada tentativa válida soma até 10 pontos conforme o quão perto do centro exato foi a puxada.
A puxada vale mais do que parece. Acertar bem no centro não só evita a falha: define o quanto a barra sobe torta quando a fase de equilíbrio começa, e uma barra que sobe nivelada quase não precisa de correção. Puxadas desleixadas que ainda assim contam como válidas são o motivo de a maioria das sessões morrer duas tentativas antes da hora, porque você passa a sustentação inteira brigando com uma inclinação que você mesmo criou.
Na fase de equilíbrio, toque cedo e toque pouco. A barra continua se afastando do centro a uma velocidade constante na direção em que já pende, e essa velocidade sobe a cada cinco quilos, então com pesos altos uma inclinação ignorada por meio segundo custa dois ou três toques para desfazer. Quem vai mais longe não é quem toca mais rápido no geral, e sim quem nunca deixa a inclinação passar de um quarto do caminho.
Resista à vontade de centralizar perfeitamente. Cada empurrão move a barra numa quantidade fixa, então empurrar uma barra quase nivelada a joga além do centro e a põe a correr para o outro lado — você transformou um problema pequeno no mesmo problema espelhado. Deixar uma leve inclinação para o lado de onde você já empurra é estável; perseguir o zero não é.
Por volta dos pesos médios o jogo muda de caráter. No começo a barra quase não deriva e segurar é de graça, então dá para tratá-lo como um jogo puro de tempo. Passados uns cem quilos a deriva supera um único empurrão e a sustentação vira o teste de verdade: comece a reservar atenção para a segunda metade da tentativa em vez de relaxar depois de uma boa puxada.