Toque pra fincar a vara e toque de novo na vertical pra soltar. Passe a barra — ela sobe a cada salto.
Um atleta corre pela pista carregando uma vara. Uma barra está à frente. Você tem dois toques por tentativa.
Primeiro toque — fincar a vara. O corredor precisa estar dentro da zona verde de impulso na pista. Toque cedo demais ou tarde demais e a tentativa falha.
Segundo toque — soltar. A vara fincada pivota pra cima num arco, levando o corredor por cima. Toque quando a vara estiver mais perto da vertical (a janela verde de saída). Toque antes e não tem elevação suficiente; toque depois e já está caindo.
Passe a barra com sua força de saída e marca um ponto. A barra sobe um degrau pra próxima tentativa.
Errar a fincada, errar a saída, ou não passar a barra custam uma das suas três vidas.
Finque a vara, não o corredor. A zona verde é larga nas tentativas iniciais, então não toque em pânico assim que ver a barra chegando — espere o corredor estar confortavelmente dentro da zona. Toques cedo demais são a perda de vida mais comum.
A janela vertical de saída é simétrica em torno do centro exato. A vara atravessa ela em uns um terço de segundo, o que dá tempo se você olha o momento, não a posição. Observe o ângulo da vara, não o corredor — a vara te diz quando vai estar reto pra cima.
Passar a barra é decidido só pelo timing da saída. Vertical perfeito dá elevação máxima; dez graus desviado e você passa uma barra baixa mas não uma alta. Depois da pontuação dez ou doze, você precisa de saídas quase perfeitas — meio segundo de descuido custa a tentativa.
A zona de impulso encolhe conforme a pontuação sobe. Por volta de quinze a faixa verde está estreita e o corredor anda rápido — seu olho tem que seguir o corredor, não a barra. Decida a fincada com antecedência e foque de novo na vara pra saída.