Lance um satélite pra orbitar o sol. Rápido demais e escapa; lento demais e bate.
O sol fica no centro da tela. Um satélite espera ao lado. Toque e arraste em qualquer lugar pra definir direção e velocidade de lançamento — arraste mais longe pra mais empuxo. Solte pra lançar.
A gravidade faz o resto. O satélite se curva pro sol continuamente ao passar. Com a velocidade e direção certas ele volta e dá voltas e voltas.
Uma órbita completa — o satélite varre todo o redor do sol — marca um ponto. A órbita pode seguir e marcar mais, até o satélite acabar batendo ou escapando.
Um lançamento falha se o satélite bater no sol ou escapar pela borda da tela. Uma falha custa uma das três vidas e um satélite novo aparece.
Objetivo: completar o máximo de órbitas antes de perder as três vidas.
Mais rápido não é melhor. Rápido demais e seu satélite passa do sol e escapa da tela; lento demais e a gravidade puxa direto. O ponto certo pra uma órbita estável é uma velocidade específica pra cada distância de lançamento, você sente depois de algumas tentativas — o satélite que mal se curva o suficiente pra voltar é o que fica.
Mire perpendicular ao sol, não diretamente nele. Um satélite lançado direto no sol bate; um lançado a 90 graus se prepara pra circular. Quanto mais limpa a perpendicular, mais circular a órbita — e órbitas circulares duram mais.
Órbitas longas e finas viajam devagar no extremo. Se sua órbita é alongada, o satélite parecerá quase parado longe do sol e depois acelera ao chegar perto. Contraintuitivamente, não é problema — vai completar a volta e marcar. Não relance só porque parece parado no apoastro.